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Agenda Olímpica 2020. 20 + 20 Recomendações

Agenda Olímpica 2020. 20 + 20 Recomendações

Autor: Comitê Olímpico Internacional

01/10/2014


Introdução
Aqui estão os 20 + 20 recomendações discutidas na 127ª Sessão do COI em Monaco, em 8 e 9 de Dezembro.
Juntas, essas 40 recomendações são estratágicas para o futuro do Movimento Olímpico e Jogos Olímpicos
As recomendações abordam as alterações propostas para o futuro. Se a política não é especificamente mencionada é porque será mantida.
As recomendações seguem um ano de discussões e consultas com todas as partes interessadas pelo Movimento Olímpico, bem como peritos externos e do público. Elas também foram debatidas na
126ª Sessão do COI em Sochi, Mais de 40.000 sugestões foram recebidas do público durante o processo, gerando cerca de 1.200 idéias.
Elas foram sistematizadas na reunião da Diretoria Executiva, em outubro de 2014, depois de apresentações dos Presidentes dos 14 Grupos de Trabalho.
Para mais informações, por favor consulte o documento completo, desde a você antes da 127ª Sessão do COI, que contém detalhes e contexto, bem como as recomendações.
Depois do IOC 127, Sessão do COI, o Conselho Executivo do COI terá a tarefa de determinar o prioridades para a implementação das recomendações.


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Carta Internacional da Educação Física, Atividade Física e Esporte (UNESCO 2015)

Carta Internacional da Educação Física, Atividade Física e Esporte (UNESCO 2015)

Autor: UNESCO

14/09/2015


La Conferencia general de la UNESCO
1. Recordando que en la Carta de las Naciones Unidas los pueblos proclamaron su fe en los derechos fundamentales del hombre y en la dignidad y el valor de la persona humana, y afirmaron estar resueltos a promover el progreso social y a elevar el nivel de vida,
2. Recordando que, según lo dispuesto en la Declaración Universal de Derechos Humanos, toda persona tiene todos los derechos y libertades proclamados en ella, sin distinción alguna de raza, color, sexo, idioma, religión, opinión política o de cualquier otra índole, origen nacional o social, posición económica, nacimiento o cualquier otra condición,
3. Convencida de que una de las condiciones del ejercicio de los derechos humanos es que todas las personas dispongan de la libertad y la seguridad para desarrollar y preservar su bienestar y sus capacidades físicas, psicológicas y sociales,
4. Haciendo hincapié en que los recursos, el poder y la responsabilidad de la educación física, la actividad física y el deporte deben asignarse sin discriminación alguna, ya sea ésta sexista o fundada en la edad o la discapacidad, o de cualquier otro tipo, a fin de superar la exclusión experimentada por los grupos vulnerable o marginados,
5. Reconociendo que la diversidad cultural de la educación física, la actividad física y el deporte pertenece al patrimonio inmaterial de la humanidad y comprende el juego físico, el esparcimiento, la danza, así como los deportes y juegos organizados, informales, competitivos, tradicionales e indígenas,
6. Reconociendo también que la educación física, la actividad física y el deporte pueden reportar diversos beneficios individuales y sociales, como la salud, el desarrollo social y económico, el empoderamiento de los jóvenes, la reconciliación y la paz,
7. Destacando que la oferta de educación física, actividad física y deporte de calidad es esencial para realizar plenamente su potencial de promoción de valores como el juego limpio, la igualdad, la probidad, la excelencia, el compromiso, la valentía, el trabajo en equipo, el respeto de las reglas y las leyes, la lealtad, el respeto por sí mismo y por los demás participantes, el espíritu comunitario y la solidaridad, así como la diversión y la alegría,
8. Subrayando que para lograr que la educación física, la actividad física y el deporte sean de buena calidad todo el personal, tanto el profesional como el voluntario, debe tener acceso a una formación, una supervisión y un asesoramiento apropiados, Carta Internacional de la Educación Física, la Actividad Física y el Deporte 2 /10
9. Subrayando asimismo que las primeras experiencias de juego con los padres y cuidadores y una educación física de calidad son vías de acceso esenciales para que los niños adquieran las competencias, las actitudes, los valores, los conocimientos, la comprensión y el disfrute necesarios para participar a lo largo de toda la vida en la actividad física, el deporte y la sociedad en general,
10. Subrayando además que la educación física, la actividad física y el deporte deberían procurar promover vínculos más estrechos entre las personas, la solidaridad, el respeto y el entendimiento mutuos, así como el respeto de la integridad y la dignidad de todo ser humano,
11. Insistiendo en que una acción concertada y la cooperación entre las partes interesadas en todos los niveles son los requisitos previos para la protección de la integridad y los posibles beneficios de la educación física, la actividad física y el deporte contra las amenazas que representan la discriminación, el racismo, la homofobia, el acoso y la intimidación, el dopaje, la manipulación, el entrenamiento excesivo de niños pequeños, la explotación sexual, la trata de personas, así como la violencia,
12. Consciente de que la educación física, la actividad física y el deporte pueden enriquecerse cuando se practican de modo responsable en el entorno natural, y que ello infunde respeto por los recursos de la Tierra y contribuye a poner empeño en conservarlos y utilizarlos para el mayor bien de la humanidad,
13. Proclama que esta Carta internacional pone la educación física, la actividad física y el deporte al servicio del desarrollo humano e insta a todos y en especial a los gobiernos, las organizaciones intergubernamentales, las organizaciones deportivas, las entidades no gubernamentales, los círculos empresariales, los medios de comunicación, los educadores, los investigadores, los profesionales y los voluntarios del deporte, los participantes y su personal de apoyo, los árbitros, las familias, así como los espectadores, a adherirse a esta Carta y difundirla a fin de que sus principios puedan convertirse en realidad para todos los seres humanos.


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Comparação do número máximo de repetições realizadas a 40 e 80% de uma repetição máxima em dois diferentes exercícios na musculação entre os gêneros

Comparação do número máximo de repetições realizadas a 40 e 80% de uma repetição máxima em dois diferentes exercícios na musculação entre os gêneros

Autor: Mauro Heleno Chagas

01/01/2005


A intensidade do treinamento tem sido considerada uma variável primária na elaboração dos progra- mas de treinamento com peso. Essa variável é prescrita baseando-se principalmente em valores percentuais da força máxima, freqüentemente medida através do teste de uma repetição máxima (1RM). Esses valores de intensidade são associados a um determinado número máximo de repetições (NMR) e essa relação tem sido utilizada de forma generalizada no direcionamento do treinamento com pesos para diferentes objetivos. Entretanto, esta generalização parece não poder ser extrapolada para dife- rentes exercícios, indivíduos com distintos níveis iniciais e especificidades de treinamento.


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Manifesto Mundial da Educação Física (FIEP - 2000)

Manifesto Mundial da Educação Física (FIEP - 2000)

Autor: Fed.Int. de Ed. Física FIEP

10/10/2000


Apresentação (topo)

A Fédération Internationale d’ Education Physique (FIEP), fundada em 1923, como o mais antigo organismo internacional que trata da Educação Física, tem sido palco principal do debate sobre a Educação Física no mundo desde sua fundação. A própria evolução da discussão internacional sobre Educação Física fez com que a FIEP muitas vezes mudasse seus caminhos.
A importância da FIEP no cenário internacional estimulou-a a elaborar no final da década de 1960 o Manifesto Mundial da Educação Física (1970). Aquele manifesto praticamente conceituou a Educação Física e norteou seus caminhos mundialmente, após a tradução em todos os idiomas existentes.
Depois, somos testemunhas de que muitas mudanças contextuais ocorreram, inclusive a necessidade de se revisitar praticamente todos os conceitos já existentes nas áreas de atuação e de conhecimento. No caso da Educação Física, não poderia ser diferente. A complexidade dos dias atuais, nos obriga não só a rever conceitos, mas também conectar todas as áreas com os temas e questões universais do Planeta Terra, como o meio ambiente, a paz, os países em desenvolvimento e a qualidade que a sociedade mundial está a exigir.
Foi nesta contextualização, que o presidente da FIEP, John Andrews , com a responsabilidade de estar presidindo um dos organismos mais importantes entre aqueles que tratam dos problemas humanos, resolveu convocar novamente a nossa Federação para aproveitar este momento mágico da passagem de século e milênio, lançando um novo Manifesto Mundial da Educação Física. Com muita confiança, entregou-me esta missão de coordenar a redigir este manifesto.
Há alguns anos que coleto documentos, cartas, declarações dos diversos organismos internacionais que tratam da Educação Física, além das conclusões e recomendações de todos os congressos realizados. É por isso que posso desde já afirmar que o Manifesto Mundial da Educação Física- FIEP 2000 é um documento- síntese de tudo que foi discutido na segunda metade do século XX e proposto pelos fiepianos em todos os quadrantes e continentes.
Agora, terminando o documento, sinto-me orgulhoso pela missão cumprida e não tenho dúvida em afirmar que foi o meu maior exercício intelectual e já me sinto em condições de tentar substituir John Andrews a seu pedido e com apoio da comunidade mundial de Educação Física.
O novo Manifesto, idéia e compromisso de John, está iminentemente pronto. Digo que não está pronto, porque muitos virão com novas reflexões. o que permitirá um renascer no debate da Educação Física, à medida que for apresentado em cada idioma.

O Manifesto amplia o conceito de Educação Física depois de entendê-la como direito de todos. A seguir, ainda reforçando seu conceito, mostra que a Educação Física agora, além das interdependências com a Educação será uma Educação para a Saúde e para o Lazer, através do desenvolvimento de estilos de vida ativos das pessoas.
Depois, a Educação Física, como todas as outras áreas, não se exclui de responsabilidades diante das grandes questões contemporâneas. Na parte final do documento expressa os papéis e responsabilidades de instituições e pessoas em relação a esta nova Educação Física. Finalmente, o Manifesto mostra que a missão da FIEP não termina com a edição do documento.
Por tudo isso, reitero o meu orgulho por ter concluído este Manifesto, que além de Manifesto é sem dúvida uma grande reflexão, e reafirmo a minha gratidão ao meu amigo Professor John Andrews pela oportunidade única que me deu ao passar a responsabilidade do Manifesto Mundial da Educação Física FIEP 2000 e por confiar-me a sua sucessão na Fédération Internationale d’ Education Physique, o mais antigo e talvez, o mais importante organismo internacional que trata das questões da Educação Física.


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Manifesto Mundial da Educação Física (FIEP, 1970)

Manifesto Mundial da Educação Física (FIEP, 1970)

Autor: Fed.Int. de Ed. Física FIEP

12/07/1974


A FIEP, fundada em 1923, é a mais antiga organização internacional de Educação Física. Ela agrupa atualmente membros individuais e membros coletivos (Associações, Escolas e Institutos Superiores de Educação Física e de Desportos, Institutos de Pesquisas, Grupamentos Profissionais de Ensino de Educação Física etc.) de 60 países, onde é oficialmente representada por um delegado. Os membros da FIEP são especialistas de ciências anatômicas, fisiológicas, psicológicas, sociológicas e pedagógicas e educadores físicos ou responsáveis político-sociais. O Boletim da FIEP, editado em 4 línguas, aparece regularmente desde 1931 e transmite aos simpatizantes e amigos da organização, ao lado de artigos de alto nível científico e pedagógico, informações sobre as atividades da Educação Física, nos diversos países.

O objetivo constante da FIEP é o de contribuir, no plano mundial, para a ação educativa por meio das atividades físicas. É universalmente admitido que, entre tais atividades, o desporto deve ter um importante lugar. Na sua concepção ideal, que é de jogo, afirmação e prova de si mesmo através do obstáculo (tempo, espaço, elementos materiais etc.) ou do adversário (indivíduo ou grupo), comporta importantes valores educativos.

A FIEP aprova, de modo geral, o excelente estudo feito sobre o assunto pelo Conselho Internacional de Educação Física e Desportos (CIEPS) no Manifesto do Desporto (1965) .

Os educadores, certos responsáveis sociais e as próprias federações desportivas estão apreensivos relativamente à evolução do desporto. O conceito "desporto" engloba, na atualidade, atividades muito diversas: do aprazível passeio ao extraordinário incentivo das grandes escaladas invernais; do jogo "distração e prova de si" à caravana publicitária das provas ciclistas, ao espetáculo objeto de palhaçadas do "catch" feminino ou do "catch" a quatro; do "desportivo-espectador" (no estádio ou na televisão) ao rude viajante solitário em "canoe-kayak" etc. Os efeitos fisiológicos do desporto vão assim da atividade corporal insuficiente ao esgotamento absoluto, algumas vezes até a morte, passando, felizmente, por estados positivos de bem-estar. As manifestações sociais vão da amizade leal à verdadeira guerra entre indivíduos ou grupos. Nós ficamos longe constantemente dos objetivos educativos e observa-se então em certos meios uma lamentável separação, e até uma posição, entre a Educação Física (ou educação pelas atividades físicas) e o desporto.

Para um melhor desporto, para um desporto verdadeiramente integrado no sistema educativo, torna-se necessário, do ponto de vista dos educadores, ver claramente onde está "o bem" e onde está "o mal", a fim de não pô-lo a serviço, inconscientemente muitas vezes, de uma causa ingrato.


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